Eternamente

•17 17UTC Dezembro 17UTC 2009 • 1 Comentário

Meu primeiro poema em portugues, há 8 anos atras..

Eternamente

Duas metades

Um nada inteiro

O que pode se dizer perfeito

Em uma vida sem vida

Em uma volta sem ida


Por todos somos por nada matamos.

Os melhores permanecem anônimos

O melhor poeta é aquele que ninguém conhece

Sempre com

Ethér-na-mente-eterna-mente-eternamente.


Por falta de amor não vivo em minha própria casa

Por falta de asas já não sei o que me passa


Em quanto isso somos anônimos, autônomos.

Agnósticos; ignorantes sem amor próprio.

E caímos em um precipício,

Sem destino,

Sem vida

Sem forças, mas com…

Amortecedor que

Nos amortece-a-dor

Enquanto o amor-tece-dor

Um grande amor-tecedor

Por isso (h)amorte-(s)ce(m)-dor?


E em plena solitude

Ignóbil de minha vida

Vivo por viver.

E sem saber

O porquê viver

O porquê do ser.

Trancado Dentro de Mim

•14 14UTC Dezembro 14UTC 2009 • Deixe um comentário

Trancado dentro de mim
A brisa capaz de derrubar castelos
Esta brisa que leva os meus tesouros
Tesouros,  que nunca foram meus

Traga-me a vida de volta
Devolva meus falsos sentimentos e vá embora

Essa brisa que não me afasta da neblina
E que cada vez mais me empurra para as trevas
Trancado aqui dentro
Gritos de ódio abafados por sussurros ensurdecedores de indiferença

A brisa calma, leve; sutil
Que me quita o medo
Leva embora de mim meu amor

A brisa que acalma,
te leva;
me furta…

Essa brisa que faz desmoronar fortalezas
A água que parte a pedra
A dor causadas por pequenas sutilezas

A brisa que acalma,te leva;me furta…

Nada significa Nada

•13 13UTC Dezembro 13UTC 2009 • Deixe um comentário
Prometo no mandar más cartas y no pasar por aquí
Prometo no llamarte más y no inventar ni mentir
Prometo no seguir viviendo así
Prometo no pensar en ti
Prometo dedicarme solamente a mí
Prometo que a partir de ahora lucharé por cambiar
Prometo que no me verás, que no voy a molestar
Y sabes que lo digo de verdad
que no voy a fallarte en nada
Que tengo mucha fuerza de voluntad
que no te fallaré en nada
Prometo no seguir así
Prometo que no voy a pensar en ti
Prometo dedicarme solamente a mí
Y el aire que me sobre alrededor
y el tiempo que se quede en nada
nunca más escucharé tu voz
de energía nunca liberada
Promesas que se perderán en estas cuatro paredes
como lágrimas en la lluvia se irán
Siempre que no tengo sueño
y no puedo descansar
invento más de mil palabras
y busco una verdad
Intento que suenen de forma genial
intento que no digan nada
Nada es siempre toda la verdad
nada significa nada
Y rompo las promesas que me hice a mí
prometo pensar en ti
ahora prometo sólo pensar en ti
Y hago que suenen de forma genial
prometo que no dicen nada
Nada es siempre toda la verdad
nada significa nada
Palabras que no dicen nada en estas cuatro paredes
Promesas que no valen nada, nada, nada, nada
Y el aire que me sobre alrededor
y el tiempo que se quede en nada, nada
nunca más escucharé tu voz
de energía nunca liberada
Promesas que se perderán en estas cuatro paredes
como lágrimas en la lluvia se irán
Se irán… como lágrimas en la lluvia, se irán
Se irán se perderán, se irán se perderán
como lágrimas en la lluvia
¿Dónde estabas entonces
cuando tanto te necesité?

Algo como o vazio ou confusão de uma mente insana

•9 09UTC Dezembro 09UTC 2009 • 2 Comentários

Sem nada em mente
Sem um caminho em minha frente
Sem perspectivas de vida
Sem entradas nem saídas

A vida é uma prisão sem celas
Se alegria existe não acredite nela

Com sentido da minha vida desconexo
Ouço apenas o silêncio
Esperando o que ele tem a me dizer

A vida está acabando
E eu continuo caminhando
Por caminhos que não me levam a lugar nenhum
Agora só me resta não existir futuro algum

Agora nada tenho a fazer
Se não deixar-me viver
Agora nada tenho a temer
Se não voltar a sofrer

Algo como Procurar respostas para o irrespondível

•8 08UTC Dezembro 08UTC 2009 • 3 Comentários

Nada a dizer

Nada a se fazer

Pra que viver

E sofrer

Sentir

Corroer-se

Tanto, tanto, tanto

Com perguntas tão praxes

Qual o sentido disto tudo

A vida e sua harmonia

Por que há de ser assim?

Há de ser assim

Há de ser deste modo?

Pra que alguma coisa da certo

Outra tem que da errado

Pra construir alguma coisa

Tem que se destruir outra

Por que tem que ser

Por que é assim

Essa é a grande harmonia da vida

Alegria Alegria

•5 05UTC Dezembro 05UTC 2009 • Deixe um comentário

Alegria

Alegria alegria
alegria meu amor
siga o ritmo
desta marcha fúnebre
pois nosso amor
ja se acabou

Alegria alegria
minha fracassada
desista dessa auto-piedade
por que daquele velho amor
já não nos resta nada

Nada e
nada mais
que nada se
pode fazer e
pra que sofrer

Alegria alegria
deixe-o morrer
e talvez assim
algum dia nós
possamos renascer
e assim esqueçamos
de todos e desses tantos

“erros incrustado em nosso cor
ação de sentir
a falta,a ausência da
grande alegria de
celebrar o fim
da máxima perfeição
afinal, não há como ser parfait se não houver
um grand finale”

Fases poeticas de un matrimonio II

•2 02UTC Dezembro 02UTC 2009 • Deixe um comentário

Cada vez que nos peleamos
Cada vez que estamos bien
Cada vez que lo encontramos
Lo volvemos a perder

Cada salto en el vacío es una cuestión de fe
Nunca nada se repite como la primera vez

Y siempre nos quedamos solos,

Cada vez que te lo pido
Cada vez que vos llamás
Cada rasgo enloquecido
Cada foto de mamá
Cada síntoma en el cuerpo
Cada golpe de verdad

Cada vez estoy más lejos
Pero bien lejos de acá

Y siempre nos quedamos solos

Y voy a salir a buscar,
Y voy a salir a pegar
Vueltas y vueltas y vueltas en  Baires

Van quedando pocos trapos
No me importan cuantos van
Ya no se ni donde vivo
Ya no sé donde parar

Empecé a moverme un poco
No es cuestión de estar tan mal

Lo que no puedo explicarme
Ya lo voy a transpirar
Que se queden cosas
Que se queden ahí atrás
Que se queden con su mundo
Yo no me voy as enfermar más
Volviendo a vos,
Creo que lo que mejor sería es cambiar de tema

No me importa,
Ni que entiendas ni que juzgues
Ni que hables o que mientas

Si siempre nos quedamos solos
Y voy a salir a buscar
Voy a salir a pegar
Vueltas y vueltas y vueltas en el aire

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ella espera sentada, pagaría por volverlo a ver
se siente mareada, no sabe qué tiene que hacer
él se le ríe en la cara y no es la primera vez
se acerca la noche y la empieza a perder.
no sufras por nada que te tenga en segundo lugar
no quedan palabras que hieran todavía más

llorá si querés, sólo si querés
pero cuando pares no olvides saber que sabés
que se te ríe en la cara y no es la primera vez
se acerca la noche y te empieza a perder

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Una y otra vez te seduce el vicio nadie espera ya por tu cariño.no lo ves, ya es un maleficio y no lo ves,o es que toda tu vida te vas a sentir como ayer? el destino cruel, que todo te cobra  luego faltará lo que ahora sobra. y no lo ves, como todo llega y no lo ves  o es que en toda tu vida no vas a aprender?  es que ya no sabés qué hacer y no te puedo comprender, si no podés, o no querés, si toda una vida se cae a tus pies se cae a tus pies, y no lo ves

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Hoy es primavera
salgo y miro afuera
nada ha cambiado
y no lo se
camino apurado
me siento observado
todo es nuevo y viejo a la vez
soy nuevo en el barrio
y viejo en mi cuerpo
me siento cansado otra vez
creo que no voy a estar

y voy con mi perro
el es grande y negro
como mi amor y mi dolor
me cuesta salir
siempre fue así
no es algo que sea nuevo en mi

y la duda vive
dormida en mi alma
y esta culpa es un invento más
busco en los jardines
algo que ilumine
voy pasando lento sin mirar
creo que no voy a estar
como cuando vos no estas
y yo no soy
simplemente yo

Fases Poéticas de um Relacionamento

•29 29UTC Novembro 29UTC 2009 • 3 Comentários

A primeira vez que me perdi perdi por uma paixão escrevi isso

Algo Como Uma Dor Causada Por Um Sentimento Insensível

Eu tento gritar, mas não consigo nem mesmo sussurrar.

E me pergunto se há alguém possa me ajudar

Eu tento sonhar, mas não consigo nem mesmo dormir.

E não há ninguém pra me proteger

E então fecho meus olhos para esconder as lágrimas de mim

Por mais que eu tente dizer a mim

Por mais que eu tente ter a ti

Por mais que eu grite

No final o medo sempre vence

Medo que me faz te perder

E colecionar mais cicatrizes em meu coração

E então eu tento lutar, mas não tenho forças.

E não havia ninguém para dizer

Que antes de eu tentar

A luta já estava perdida

E então eu tento inventar sentimentos,

Mas nada há de cessar a dor dessas feridas

E então logo vejo:

Que por mais que eu tente gritar

O silêncio sempre é maior

Por mais que eu tente falar

Sua presença sempre me faz melhor

E por mais que eu tente tentar

Sua ausência Sempre me traz mais dor

E no fim a verdade sempre vence

E o presente fica cada vez pior

Hoje vou curar minhas feridas, mas no fundo ficarão marcas.

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Quando conquistei este amor e da madurez de um olhar sereno fiz um soneto, e uma lirica

 

Quantas vezes me afogo pensativo
no misterio de um sonho indefinido
e vejo além -na força do sentido
placidamente, o teu semblante altivo:
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À boca traz um riso – o olhar erguido
fitas-me assim – num gesto compassivo
E toda essa ilusão – é um lenitivo
Para meu ser tristonho e combalido
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Não tens no porte a branca Formosura
Da sublime Beatriz de dante
Tens mais, tens muito mais candura…
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Tens a noite no olhar negro e brilhante
Na tez  macia cor rosada e pura
Da aurora sorridente e deslumbrante.
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lirica
o teu olhar sereno e belo , exala
Um perfume sutil, cheio de encanto
Há uma criança, um doce afago
e diz o meu olhar eu te amo tanto…
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O teu olhar feito de primavera
manda perfume pela brisa errante
há um canto de ave, uma palavra alegre
E uma luz que no céu, brilha distante…
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O teu olhar de primavavera
tem perfume sutil cheio de encanto
um canto de ave, um riso de criança
e diz o meu olhar: eu te amo tanto

 


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De uma conversa surgi metaforas, e daí coisas sentimentos reais.

Coração é papel aluminio

E a vida é um rastro infimo

Do que um dia já foi

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Algo Como, Sentimentos São Pessoas na Mente de Animais

•27 27UTC Novembro 27UTC 2009 • 3 Comentários

A compaixão está morta agora
O ódio corre por todo o corpo nessa hora
Cai a chuva junto com o pranto
Há alguma piedade perdida em algum canto

A velha feia verdade
Foge da cidade
Complacente
Impertinente
Deprimente
A verdade se esconde em alguma mente

A linda jovem mentira
Abrirá uma nova ferida
Decidida
Convalescente
Desplante
Malevolente
A mentira segue o caminho da serpente

É inevitável evitar o sofrimento incidente
É inevitável evitar a dor iminente
Irremediável o ódio é onipresente

A culpa solta lágrimas por todo canto
A mentira agora popular destrói a verdade sem piedade
A mentira saudada por todos vira verdade
E o agora suplantado
Derrotado
Martirizado
Não se é mais saciado

As lágrimas prudentes
Lutam para libertar-se do sofrimento existente
E não do prazer complacente

Triangulo Poético

•22 22UTC Novembro 22UTC 2009 • 2 Comentários

Eram três num triangulo poético.Cada qual a cada segundo cuspindo e esculpindo versos. Um individualmente a outro um para dois um ou dois  para três. Dois falavam do mesmo amor e outro só rimava com uma beleza trágica toda a falsa dor. Só sei que foi a mais bela guerra do século, a cada confronto o mundo ficava mais bonito, porque a cada verso colorido os três se admiravam cada vez mais.

Até que um dia as paixões se tornaram amores sólidos e as dores viraram piadas frouxas e risos loucos. E as vidas voltaram ao seu curso normal, mediocre, com uma nova rotina, certo, e talvez mais bela pois os versos jogados continuam perfumando os corações dos tres. Mesmo que agora sejam dois.

Yo he vivido dando tumbos
rodando por el mundo
y haciéndome el destino…
Y en los charcos del camino,
la experiencia me ha ayudado
por baquiano y por que ya
comprendo que en la vida
se cuidan los zapatos
andando de rodillas.
Por eso,
me están sobrando los consejos,
que en las cosas del amor
aunque tenga que aprender
nadie sabe más que yo.

Yo anduve siempre en amores
¡qué me van a hablar de amor!
Si ayer la quise, qué importa…
¡qué importa si hoy no la quiero!
Eran sus ojos de cielo
el ancla más linda
que ataba mis sueños;
era mi amor, pero un día
se fue de mis cosas
y entró a ser recuerdo.
Después rodé en mil amores…
¡qué me van a hablar de amor!

Muchas veces el invierno
me echó desde la ausencia
la soga del recuerdo,
y yo siempre me he soltado
como un potro mal domado
por mañero, y porque yo
que anduve enamorado
rompí como una rosa
las cosas del pasado.
Y ahora,
que estoy viviendo en otra aurora
no me expliquen el amor
que aunque tenga que aprender
nadie sabe más que yo.