Ao Ultimo Mate Talvez uma ultima ode

Cálido espesso amargo mel
Pálido gesso árduo céu
Plácido beijo doce réu
Lascivo desejo tirou o véu
Escrevendo palavras sobre papel
Cuspindo qualquer sentimento cruel
Monocromático pesar me leva ao léu
O mesmo ódio pintado todo em pastel
Ódio sem necessidade de conectivo.
Falsa sinceridade disfarça Semblante altivo
Cachaça boa consome cognitivo
Ultimo mate amargo não espanta o frio
E não me importa se quando
Nasce a batatinha ela espalha ramas
Ou se esparrama pelo chão
A mim não de vale nada
Seus pobres versos de gratidão
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CategoriasUncategorized
ódio, desabafo, despedida, efêmero, escrever, poesia, relacionamento, vicio
“Ódio sem necessidade de conectivo” adorei isso
Cheio de força…
mas pra dizer o que?
que tem força? ou que tem ódio?
mal aê se não entendi direito… mas eu fiquei entre essas duas.
Acho que mais a primeira que a segunda.
preciso dizer pq ainda nao se escrever direito, quando eu for um escritor de verdade, meus textos terão força, sentimento e qualquer outra coisa sem que eu precise escrever o nome do que eu quero passar.
Se bem que na verdade o ódio aí é só um trocadilho com óde…é um poema ritmado, só ritmado, a verdade é que eu tinha os 4 primeiros versos e fui aumetando… e o final é só pra dar sentido ao pq foi gerado a primeira estrofe…. Você entendeu….
Mas pra que dizer o que?
Eu não estou dizendo nada
ele tem um ritmo muito bom. começa vomitando palavras que se unem e formam coisas rapidas as vezes confusas, depois sem necessidade de virgulas ou conjunções vai apaziguando. e termina de uma maneira espetacular. Que para mim foi muiito engraçado, muito bem sacado menosprezar um poema falando sobre a tão forma quadrada do batatinha quando nasce.
Parabens pela enesima vez!